sexta-feira, 24 de setembro de 2010

O corpo tem se deslocado para lugares incertos, onde as transformações permitem o desconcerto dele mesmo diante das atmosferas da paisagem. Um corpo que se multiplica e transborda pelos arredores, desintegrando a massa, a pele, e forma física, estruturando o acúmulo do corpo sobre outro corpo.

O corpo aqui é somente a esfera por onde o tempo passa. Os sentimentos que surgem e se afetam, contribui para a abrangência do próprio ser. Para a aceitação desse tempo, para o equívoco de se ser, e conhecer cada vez mais o corpo como matéria. Lançando esse corpo ao mundo, torna-se uma superação do real, onde o devaneio pode ser encontrado na realidade. Tendo em vista a naturalidade diante da imensidão de ser.

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